Sensor Óptico aplicado à Bioengenharia de Órgãos

Biotecnologia
Setores: Saúde e Bem Estar
Região Metropolitana
1

Oportunidade/Desafio

A demanda de órgãos para transplante supera sobremaneira a disponibilidade de doadores. A rejeição que os pacientes transplantados podem desenvolver após o procedimento é capaz de agravar ainda mais essa indisponibilidade. Há, no entanto, uma alternativa para dar novas perspectivas a este cenário: órgãos e tecidos descelularizados, cujo propósito é substituí-los por arcabouços recelularizados com as células do próprio paciente. O processo ideal para retirada das células de um órgão depende de um ajuste fino entre tempo de tratamento e aparência do órgão, o qual carece de tecnologias dedicadas a identificar objetivamente uma descelularização bem sucedida. Com isso,observa-se na sociedade científica atual uma evolução frágil da técnica, com resultados inconstantes que mantém a distância entre a pesquisa e a aplicação na sociedade. Para isso, desenvolvemos um sensor que sinaliza quando uma descelularização foi bem sucedida, permitindo avançarmos na superação das limitações da técnica.


Solução Proposta

As metodologias atuais para identificação de um órgão descelularizado ideal para ser recelularizado com as células de um paciente limitam-se a processos invasivos, ou seja, impossíveis de serem realizados sem danificar o órgão ou tecido. Tais metodologias consistem em quantificar o DNA remanescente e visualizar microscopicamente a matriz resultante. Para contornar este obstáculo desenvolvemos um sensor óptico que permite identificar um processo de descelularização bem sucedido, ou seja, órgãos com concentrações de DNA abaixo dos limites permitidos e no menor tempo possível de tratamento. Estes órgãos poderão ser encaminhados para os processos de recelularização e transplante.


Grau de maturidade da solução

Protótipo testado


1 versão postada
Ultima versão 1.0 postada em 12/07/2017 às 13:09

Cadastre-se para poder interagir com os empreendedores